Hei!
Olhe o menino que passa
Olhe...
Nem que seja através da vidraça
Nas mãos um pacote de bala
Nos pés um chinelo gasto
Na boca...uma voz que cala
Segue todos os dias o mesmo rastro
Caminha na multidão
Procura um semáforo movimentado
Espera vender suas balas
Ganhar um mísero trocado
Ninguém o vê
Ninguém percebe
Ele nunca é notado
E ele segue...
Segue seu destino ingrato
Sem culpas
Segue sem trato
É mais um entre tantas crianças
Sem comida em seu prato
Essa é a nossa criança esperança!
Ninguém o vê
Ninguém percebe
Parece rotina de fato
Segue no sol, segue na chuva.
No verão ou no inverno
É esse o menino que passa
Olhar triste, sorriso terno.
E nós ficamos aqui
Escondidos atrás da vidraça
(Sirlei L. Passolongo)
Olhe o menino que passa
Olhe...
Nem que seja através da vidraça
Nas mãos um pacote de bala
Nos pés um chinelo gasto
Na boca...uma voz que cala
Segue todos os dias o mesmo rastro
Caminha na multidão
Procura um semáforo movimentado
Espera vender suas balas
Ganhar um mísero trocado
Ninguém o vê
Ninguém percebe
Ele nunca é notado
E ele segue...
Segue seu destino ingrato
Sem culpas
Segue sem trato
É mais um entre tantas crianças
Sem comida em seu prato
Essa é a nossa criança esperança!
Ninguém o vê
Ninguém percebe
Parece rotina de fato
Segue no sol, segue na chuva.
No verão ou no inverno
É esse o menino que passa
Olhar triste, sorriso terno.
E nós ficamos aqui
Escondidos atrás da vidraça
(Sirlei L. Passolongo)
Direitos Reservados a Autora
3 comentários:
Oi, Sirlei! Parabéns pelo poema! Já li inúmeros poemas seus, mas para mim, este é um dos melhores! Muita sensibilidade, muito lirismo... Simplesmente, magnífico!!!
ola,Sirlei!
amo seus poemas,vc é simplesmente
magnifica,sou sua fã,que Deus a conserve sempre essa pessoa maravilhosa.beijos no coração.
olá, Sirlei! Leio sempre seus poemas e adoro todos. Parabéns! bjs
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